Os simulacros e os dribles jamais pensados
Escrevo este texto na madrugada de uma quinta-feira (02/01) como uma forma de homenagem e tentativa de construção da memória do o que foi visto no ano de 2024, pois não há mundo mais improvável e mais desejado com o que ocorreu nesta temporada ao torcedor botafoguense. A realidade nunca se tornou tão tátil e a América nunca se rendeu tanto aos sonhos de Emmanuel Sodré e Flávio Ramos quanto agora, nenhuma das contas que foram ensinadas na aula de álgebra no colégio Alfredo Gomes os prepararam para o que aconteceria.